Rui, até te dedico um post, já viste?
Tudo isto (dar-me ao trabalho de interromper a minha sessão de House para vir aqui postar uma coisa no blog!) apenas para tu não dizeres que nunca viste uma ervilha azul. Ora, deixa-me cá mostrar-te uma! LOL
O Ervilha, o telemóvel que estimo mais que tudo (quando nos saí do bolso já dói :p), e a bolsinha com os mé-més azuis ^^
(Sim, o meu telemóvel chama-se Ervilha, nome carinhosamente dado pelo namorado de uma das minhas melhores amigas quando viu o meu telemóvel. Ele apenas disse, recordo as suas palavras no meu íntimo e para todo o sempre [ou não], “parece uma ervilha!” LOL)
Janeiro 30, 2009
Era Uma Vez Uma Ervilha Azul :)
Janeiro 28, 2009
Herói
És algo estupendo, épico até, divino, mas no entanto humano. Sinto-me segura aqui. Mas também me sinto quando aqui não estás. Sei que me proteges, estejas onde estiveres. E tu sabes que também estou aqui para ti. Sabes e sentes. Partilhas isso comigo. O que sinto. O que penso. Conheço-te e tu conheces-me como mais ninguém. És um herói. O meu herói.
Um herói, como tu o és, é alguém que se destaca pelas suas capacidades. Capacidades fora do comum. Completamente diferentes e fantásticas. Invulgares. E destacas-te por isso mesmo. Mas não te gabas. Não, nada disso. Não és convencido. Queres até passar despercebido. És humilde. Os teus “super-poderes” (chamo-lhes assim) são apenas para o bem. Para ajudar quem precisa. Recusas-te, como qualquer herói (não, enganei-me, verdadeiro herói), a mostrar o porquê de seres diferente de todos por conseguires lançar uma bola mais longe ou pela tua capacidade de dares a volta ao mundo em milésimos de segundo. Apenas o farás se souberes que salvas alguém por o fazeres. Que salvas milhões até nesse milésimo de segundo. E não mostras quem és a ninguém. Apenas a mim. Apenas eu sei quem és.
Fisicamente, és como todos os outros homens. Mas não és como todos os homens. És de outro mundo. Por detrás dos teus olhos verdes escondes algo maior, mais poderoso. Ninguém sabe que consegues incendiar o que quer que seja ou derreter até ao mais sólido material. Somente eu sei isso. Nem sabem também que essas mãos que tão habilmente me acariciam está uma força capaz de lançar mil e uma toneladas para o outro lado do Universo. Novamente, apenas eu sei disso. Ignoram ainda esse abraço, ternurento para mim, mas destrutivo para uma rocha. Só eu sei isso.
Sinto-me segura e especial por saber tudo sobre ti. Inclusivé a tua fraqueza. Mas não receies. Nunca, mas nunca, a revelarei. Tirem-me a vida, se querem. Mas de mim não irão saber nada.
Bastava eu murmurar, muito suavemente, o teu nome. Isso bastava para que viesses até mim. A remota ideia de que podia correr risco ou sentir a tua falta era suficiente para vires até mim.
Murmuro agora o teu nome. Ouve-me e vem. Volta. Sem ti, sinto-me desprotegida. Frio. Vazio. Nada. É o que sinto sem ti. Falta-me o teu olhar, as tuas carícias, os teus abraços. Não estou completa agora. A parte mais importante de mim não está aqui. Comigo. Preciso disso. Dessa única parte. Leva-me contigo, nem que para a morte. Mas leva-me. Leva-me apenas. Não quero saber de mais nada. Importa-me somente estar contigo. Eternamente. Eu e tu. Nós. Apenas nós.
(A ideia de ser de um herói e os “super-poderes” foram de uma grande amiga minha; eu redigi-o. Foi um trabalho em parceria :D Apenas o último parágrafo é que tem duas versões: esta é a minha)
Janeiro 25, 2009
O Mestre
Alberto Caeiro, o mestre de Pessoa e dos heterónimos, é, segundo ele mesmo, “um guardador de rebanhos”, uma pessoa simples e pacata que nenhuma preocupação tem na vida.
Desprezando o pensar, considerando que deturpa a vivência, é o mestre pela sua simplicidade, pelo seu carácter bucólico e pela sua total comunhão com a Natureza. Sem estudos e com aspecto de quem é doente, orienta a sua vida para uma vivência desconflituosa e tranquila, vivendo das sensações que recebe, sem as intelectualizar.
É por esta sua “não-intelectualização” que Caeiro atinge o estatuto de “Mestre” para Fernando Pessoa, fingidor e intelectualizador de emoções e sensações. Tem ainda, contrariamente em relação a Pessoa, uma despreocupação relativamente à estruturação do poema, à sua sonoridade e formalidade. Para Caeiro, os seus poemas são apenas meios ao qual recorre para expressar o que sente e o que recebe do exterior, simplesmente e sem comparações com outras sensações ou duplos sentidos.
Os temas por ele abordados foram retomados em Ricardo Reis, no poema “Mestre, são plácidas”, no qual fala sobre a Natureza que o envolve. Fernando Pessoa, apesar de não exprimir grandemente nos seus poemas o papel que Alberto Caeiro tem nele, olha-o com admiração, invejando, certamente, a ausência da “dor de pensar” no mestre.
Adepto do sensacionismo, amante e parte integrante da Natureza, a favor da abolição da intelectualização da vida e das sensações, mestre, sorri ao sol e à chuva, ao calor e ao frio, à relva e à areia, pois são essas as coisas que, substituindo o pensamento, lhe dizem que está vivo.
(texto expositivo-argumentativo do teste de Português)
Janeiro 19, 2009
Sonhos
Desafiada pela Mrs. Sea… Bem, aqui vou eu LOL
As regras do desafio são estas:
1) Escrever a lista dos 8 sonhos ou coisas que se deseje fazer.
Sonho 1. Dar a volta ao mundo
Sonho 2. Conhecer Patrick Süskind, Jeff Abbott, Patricia Cornwell, Richard Dawkins, Jonathan Santlofer, Fernando Trías de Bes e Dan Brown
Sonho 3. Ser reconhecida enquanto cientista forense / médica legista / antropóloga
Sonho 4. Encontrá-LO (apenas ele importa) :)
Sonho 5. Conseguir escrever a porra do “Alter Personna”
Sonho 6. Aprender a falar alemão e italiano
Sonho 7. Fazer snowboard, queda-livre e surf
Sonho 8. Apesar de não o conhecer, quero que o maninho da Mrs. Sea fique em plena saúde muito em breve :D
2) Convidar 8 sonhadores a responder ao desafio.
8 pessoas… Hmmm…
Cátia
Olga
Filipa
Ana
Rui
Veloso
Zé
Afrodite
3) Comentar no cantinho de quem partiu o convite.
4) Comentar no blog de quem convidámos.
5) Mencionar as regras aos desafiados.
