Tudo. Tudo pode ser apagado assim. De um momento para o outro. Um último suspiro. Sem aviso. Apenas… Assim. O fado morre na sua última nota, o poema no seu último verso. E nesses momentos, todas as luzes apagam-se e a escuridão governa o pequeno rico mundo que nos pertencia.
Abril 28, 2008
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