Ervilha Azul #

Abril 30, 2008

Quero…

Quero saber o que quero.
Quero ter objectivos.
Quero ter um plano para seguir.
Quero não errar.
Quero desejar algo.
Quero cumprir algo.
Quero ser feliz.
Quero ter saúde.
Quero ter dinheiro.
Quero ter alguém para partilhar a felicidade.
Quero saber como ser feliz.
Quero algo simples.
Quero algo que me ponha um grande sorriso.
Quero viver feliz.
Quero morrer feliz.
Quero ter algo só meu.
Quero o tudo e o nada.
Quero poder fazer algo.
Quero algo mas não sei o que quero.

Abril 28, 2008

Escuridão

Arquivado em: Algo-Que-Não-Se-Sabe-De-Onde-Veio — Tags: — katharynis @ 20:59

Tudo. Tudo pode ser apagado assim. De um momento para o outro. Um último suspiro. Sem aviso. Apenas… Assim. O fado morre na sua última nota, o poema no seu último verso. E nesses momentos, todas as luzes apagam-se e a escuridão governa o pequeno rico mundo que nos pertencia.

Abril 27, 2008

Políticos – -”

Uma das coisas mais estúpidas com que me deparei foi quando se fez uma luz na minha mente e começei a interrogar-me sobre qual seria a razão de termos que pagar as auto-estradas. E não é pouco, pagamos bastante por elas…
Fiz essa pergunta ao meu pai, ao qual ele me respondeu que o que pagavamos era para a manutenção e reparação das estradas. E eu “então mas para isso não servem os impostos?” e ele “Pois… Também…”. E foi aqui que eu entendi de que modo é que os políticos são uns gatunos de primeira: pagamos impostos e mais impostos, disto e daquilo e para o outro, pagamos um balbúrdio por andar nas nossas estradas e depois vemos notícias do género: “Governo oferece 2 milhões de euros a Tiago Monteiro para este se manter em competição” ou “Futebolistas protestam para que lhes sejam reduzidos os impostos”. Mas isso não é tudo, até porque há coisas que não devem aparecer nos jornais, como eles terem sempre carros caros e novos todos os mandatos, terem sempre fatos novos, as mulheres andarem cheias de jóias e os filhos frequentarem colégios caríssimos.
Agora, como iremos nós evoluir no mundo com esta gentinha a representar-nos? – -”

Abril 23, 2008

efeito borboleta

Quando uma borboleta bate as asas, no outro lado do mundo há um tornado.

Tendo consciência que a Humanidade se irá extinguir por causa dos nossos actos, desejo ser uma borboleta. Viver apenas um dia mas um dia aproveitado ao máximo porque é único. Mas tendo em conta a “definição” de efeito borboleta, todos nós somos borboletas. Batemos as nossas asas para irmos de viagem, para dar um passeio noutra cidade do país ou no país vizinho, em tudo o que fazemos que envolva energia (fora do nosso corpo), batemos as nossas asas. E do outro lado do mundo há um tornado: guerras por petróleo, extinção de espécies animais, desflorestação, entre outros.
Enquanto que, quando uma borboleta bate as asas, o tornado que ela provoca não destrói realmente o planeta, o tornado que as nossas asas provocam põe em causa a Terra como a conhecemos.

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